Em entrevista ao Carta Educação, ministra da Educação da Finlândia explica que o segredo está no alto nível de formação dos docentes e na liberdade que eles têm em sala de aula.

Sanni Grahn-Laasonen é ministra do Ministério da Educação e Cultura desde maio de 2015. Orgulha-se em dizer que a Finlândia não se orienta por testes amplos e padronizados, mas faz um trabalho extenso e diário, com o professor como figura central no sistema educacional. “Não temos testes padrões na Finlândia. E eu diria que não estamos fazendo as coisas para nos sairmos melhor no Pisa. Estamos focados em ensinar, em elementos, por exemplo, que podem melhorar a educação de professores e promover a liberdade desses ao ensinar”, disse em entrevista ao Carta Educação, durante a rápida passagem por São Paulo, onde participou do evento Finlândia: Novas tendências em Educação, no Colégio Rio Branco, ao lado de de reitores de universidades finlandesas.

Sanni afirma que os professores passam por um período de preparo com cinco anos de formação, dos quais dois anos são de mestrado. Com isso, eles estão preparados para ter total liberdade em seu programa e podem decidir qual materiais usar e se irão lecionar dentro do ambiente da sala de aula ou fora dele.

Veja a entrevista na íntegra em: http://www.cartaeducacao.com.br/entrevistas/professor-o-foco-do-sistema-educacional-finlandes/

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